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domingo, 13 de outubro de 2013

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO – PARTE 4

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013


PARTE 4

Atualmente podemos dizer que a Terapia Floral brasileira tem seus alicerces muito bem estabelecidos, que alcançou a possibilidade de prover a expertise e fomentar a excelência de seus profissionais. Contudo, muito ainda pode e deve ser feito. A produção de saber pertinente às Essências e à Terapia Floral precisa ser incentivada, a pesquisa deve ser permanente e seus resultados divulgados, levando informação e conscientização à sociedade e ao poder público.
A maturidade trouxe para a Terapia Floral o Conselho Nacional de Autorregulamentação - CONAFLOR, órgão representativo do qual participam todas as associações estaduais existentes. Seu objetivo é  possibilitar a conquista e a manutenção de reconhecimento, os parâmetros e a autorregulamentação da profissão. Desde 2010 seus membros são regidos por um Código de Ética, que determina e especifica as regras e valores a que devem se submeter.
No que tange ao poder público, a Terapia Floral ainda não se encontra regulamentada. Contudo, a recomendação de Essências Florais é reconhecida como ocupação pela Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, sob o código 3221-25. Igualmente,  em 2006 a Comissão Nacional de Classificação – CONCLA, órgão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão,  publicou uma nova Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (instrumento nacional de padronização dos códigos das várias atividades econômicas, bem como dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da administração tributária do país), na qual o “Serviço de Terapia Floral” foi listado sob o código 8690-9/01.


Com o reconhecimento oficial da Terapia Floral como serviço, adquirimos a possibilidade de legalização de nossos consultórios, de pagamento de impostos, de possuir carteira de trabalho e contribuir para a previdência social. Com a CNAE, e nosso devido cadastramento nas  prefeituras do país,  podemos identificar nossos consultórios e darmos recibo aos nossos clientes, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Lógico que tudo isso “em tese”!
Direitos, além de conquistados, precisam ser exercidos! Cabe ao Terapeuta Floral fazer valer o que lhe é de direito e garantir que os avanços continuem. Para tanto, deve participar ativamente da construção da sua profissão, da excelência edificada sobre habilitação adequada, capacitação continuada, experiência, profissionalismo e ética!
Décadas de existência e de atividade associativa conquistaram o reconhecimento da Terapia Floral pelos poderes constituídos. Porém, os códigos classificatórios que conferiram à nossa profissão, apesar de importantes, asseguram apenas a nossa identificação. Nossa identidade, porém, assim como nossa credibilidade, legitimidade e força política, têm que ser conquistadas e preservadas em um movimento constante, conjunto e consciente.
Nossa integração, nossa ação conjunta e sinérgica potencializam a força que só a unidade pode gerar! Por isso buscamos a união: para multiplicar as possibilidades individuais em prol da Terapia Floral, dos benefícios que as Essências Florais podem trazer para o Todo e, em particular, para a casa que nos acolhe, a Mãe Terra!
É por esta razão que a SPFLOR foi fundada e caminha “agregando intenções e congregando esforços pela Terapia Floral”.
Unidade! Esta é a bandeira da SPFLOR!
Muito obrigada!

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