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domingo, 13 de outubro de 2013

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO - PARTE 1

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR  
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013

PARTE 1


Antes de discutirmos “Excelência Profissional e Mercado de Trabalho”, gostaria de convidá-los a uma reflexão sobre as especificidades de nossa profissão, sobre aquilo que caracteriza a Terapia Floral e a diferencia. Isso porque entender a complexidade leva à excelência, e explorar a diversidade potencial permite criar mercado de trabalho e se estabelecer nele.
A chamada “crise dos paradigmas” coloca toda a estrutura deste mundo globalizado em cheque. Novas formas de orientação coletiva tem que ser encontradas.
Por um lado temos o desafio de mercados cada vez mais competitivos, tecnologias altamente desenvolvidas e o amplo acesso à informação. De outro lado, temos o surgimento de propostas que envolvem os conceitos de cooperativismo, diversidade, sustentabilidade e inclusão.
Neste contexto, vemos as terapias  integrativas, complementares e tradicionais ganharem cada vez mais espaço e, dentre elas, a Terapia Floral, a qual vem conquistando reconhecimento de seu potencial de contribuição efetiva na realidade sócio ambiental.
As Essências Florais, ou as Essências de Campos de Consciência, são extraídas da Natureza de forma sustentável, com o objetivo de fazer prevalecer o natural, o autêntico, o virtuoso, o bem. Elas transformam a vida, conferindo a possibilidade de novas escolhas, de novas chances de inclusão, de aceitação da diversidade e melhora real da qualidade de todas as formas de vida.
Somos milhares a prestar o serviço de Terapia Floral, mas com formação, concepções e abordagens bastante diferenciadas.


Sendo uma  prática terapêutica tradicional, a diversidade e a riqueza de expressão caracterizam  a Terapia Floral. Assim, vamos dos terapeutas autodidatas aos pós-graduados nas universidades; dos cursos livres aos reconhecidos pelo Ministério da Educação - ME; dos autocuidadores  aos que tratam comunidades ou ecossistemas inteiros; dos que só trabalham com Florais aos que associam a Terapia Floral a outras práticas; dos que apenas atendem em consultório, àqueles que buscam novas possibilidades no mercado de trabalho.
Nossa terapêutica é singular em muitos sentidos. De início, ela se baseia no uso de substâncias que contém o registro de padrões conscienciais de campos da Natureza. Isso significa que as Essências de Campos de Consciência, em si e por si, variam na medida da própria Natureza! Podendo ter por organismo provedor do campo consciencial flores, plantas, minerais, animais, ambientes, ecossistemas, corpos celestes, forças planetárias ou cósmicas, a intenção de indivíduos ou grupos, enfim, qualquer expoente natural detentor de tal  campo.
Da mesma forma, as abordagens dos produtores variam na perspectiva, na conceituação, na nomenclatura, na instância de atuação e até no método de produção e de registro dos padrões, sendo estas concepções multiplicadas através da capacitação de terapeutas em seus cursos.
Somos, portanto, profissionais que lidam com uma extensa rede de possibilidades, com grande responsabilidade ética por nossas escolhas.
Se partirmos do princípio que as Essências de Campos de Consciência detêm aspectos de uma Consciência Maior, que denominamos Natureza, e tendo esta Natureza abrangência universal, podemos entender por que as essências com as quais trabalhamos se prestam ao equilíbrio e ao bem de tudo o que é natural. Em tese, holograficamente, podem atuar sobre toda a Natureza, sobre tudo o que entendemos como Vida.
O resultado disso é o caráter multifacetado e extremamente amplo das Essências de Campos de Consciência e, por conseguinte, de nossa profissão. Continua...  

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