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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

TERAPIA FLORAL: PREVENINDO E SUPERANDO A DOR DO ABUSO NO INDIVÍDUO, NA FAMÍLIA E NA COMUNIDADE - Parte 3 da palestra

Essências e da Terapia Floral/Consciencial

Foto da feitura da essência “Mysori” dos Florais Mãe Terra

A pedofilia é um crime que estende seu poder destrutivo além da vítima, atingindo a família, a comunidade e por vezes outras crianças que tomam para si a dor desencadeada.

As essências florais e conscienciais podem ajudar também os familiares e grupos envolvidos, desde que o trabalho terapêutico seja executado coletivamente com a mesma responsabilidade exigida no atendimento individual. Para tanto é necessária uma investigação minuciosa, ouvindo os familiares ou a comunidade para definir quais as virtudes a serem trabalhadas e qual a forma de ministrar as essências.

A opção mais usual é por compostos de essências especialmente formulados para o grupo em questão, as quais podem ser ministradas, por exemplo, sendo aspergidas em ambientes comuns, como nas escolas ou na água e nos alimentos da família.

Especificamente, sobre o tratamento de sobreviventes de abuso, a ação do Terapeuta Floral, ocorre depois das providências legais que encaminham a vítima aos cuidados médicos e psicológicos. Mesmo assim, devido ao caráter complexo da questão do abuso, o ideal é que a vítima seja atendida por uma equipe multiprofissional.

Se o terapeuta floral tomar conhecimento do abuso antes das autoridades legais, deve, como qualquer outro cidadão, orientar a família a encaminhar o caso para o Conselho Tutelar ou equivalente.

Geralmente, estes sobreviventes chegam aos nossos consultórios tempos depois - anos, senão, décadas - com as sequelas instaladas em suas vidas e imensas dificuldades de relacionamento, baixíssima autoestima ou algum tipo de dependência.

Foto da feitura da essência “Jabuticaba” dos Florais Mãe Terra

O tratamento com as essências florais e conscienciais pode prevenir um futuro de profundas dores emocionais, de insatisfação, desconforto consigo e desconfiança de todos. Vergonha, culpa, medo, tensão, raiva reprimida, isso tudo faz com que o sobrevivente perca o contato com seus sentimentos verdadeiros, com sua opinião genuína e muitas vezes, com as próprias necessidades e sensações corporais.

Contudo, a prevenção pode ser com relação ao próprio abuso. Pais, cuidadores ou educadores que têm condição de estar mais presentes, conscientes, atentos às necessidades e ao que acontece com suas crianças tem maiores chances de protegê-las.

Assim, podem formar crianças e adolescentes melhor estruturados e capazes de não ceder, consentir ou se calar.

Mas, para tanto, estes adultos cuidadores precisariam ter, também, suas necessidades supridas, estarem equilibrados e vivendo em harmonia, pelo menos o suficiente para orientarem ou servirem de exemplo.

Infelizmente, nem sempre é assim. Como esses cuidadores podem dar o que não têm? De quantos a infância também foi roubada? Quantos têm a autoimagem destruída ou insistem em se sabotar continuamente por autopunição...

Já atendi alguns casais que procuraram a Terapia Floral com o objetivo de se equilibrar antes do casamento ou de uma gravidez. Seria muito bom se essa fosse a regra!

O que a experiência me ensinou é que a Terapia Floral pode ajudar qualquer um que busque melhorar, desenvolver seus potenciais e qualidades, superar suas vivências ruins ou manifestar a sua essência mais autêntica e humana.

Neste sentido, há que se pensar na possibilidade de tal ajuda, também, para o pedófilo e para aqueles que lutam para não chegar ao crime.

  
Em meu nome e no da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo – SPFLOR, deixo aqui nossa gratidão aos organizadores deste evento, ao SIEEESP, à Regina Stefano e sua equipe, pela oportunidade e carinho.
Da mesma forma, agradecemos à Lucy Godoy e aos demais palestrantes pela pelas informações preciosas oferecidas com tanto amor.


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