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sábado, 7 de dezembro de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO




A Câmara Municipal de São Paulo realizou no dia 05 de dezembro de 2013, uma Audiência Pública para debater o Projeto de Lei 6126/2013, conhecido como Ato Médico II.  O evento foi requerido pelo Vereador Toninho Vespoli (PSOL -SP) a pedido da Sociedade Paulista Pró-Saúde - SPPS.

Com objetivo conscientizador e elucidativo, a audiência contou com o pronunciamento de profissionais reconhecidamente engajados na luta pela Saúde e que compõem o quadro executivo da SPPS. A mesa foi presidida por Rafael Marmo (psicólogo), e teve a participação de Romana Franco (educadora física), Karen Caetano (enfermeira) e Luiz Alfredo (acupunturista).

Tive a honra de abrir os pronunciamentos, na qualidade de terapeuta floral e integrativa, e gostaria de compartilhar com vocês o teor da parte referente à mensagem da Terapia Floral.

Iniciei com um pequeno histórico que fez referência à participação das associações de terapeutas florais nos debates sobre as implicações do Ato Médico, desde o início do trâmite do Projeto de Lei em 2002 até os últimos meses deste ano de 2013, quando participamos mais intensamente da questão, nos fazendo ouvir e representar junto ao Governo Federal, compondo com a FCPAS, frente que congrega os Conselhos Federais das profissões de saúde regulamentadas, e com o FENTAS, Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da Área da Saúde. “Sempre mantendo a mesma postura conciliadora e de inclusão que caracteriza nosso trabalho”.


Lembrei que em todos os nossos pronunciamentos perante o Governo, os Ministros, o Conselho Nacional de Saúde, falamos também pelas Práticas Integrativas e Complementares, assinalando os prejuízos da Lei do Ato Médico no tocante às nossas práticas e competências, e frisando nosso grande potencial de contribuição na ação multiprofissional em Saúde.

Citei a instalação da Frente Parlamentar em Defesa das Práticas Integrativas em Saúde, presidida pelo Deputado Federal Giovani Cherini (PDT – RS), e que conta com o apoio de 220 parlamentares e de várias entidades da sociedade civil, ressaltando que todas as associações de terapeutas florais ligadas ao Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral, o CONAFLOR, fazem parte desta Frente.

Finalizei minha participação com as seguintes colocações:

 “Gostaria de assinalar que não temos nada contra os médicos, ou mesmo contra a melhoria na regulamentação de uma profissão tão importante como a Medicina.”

“Somos profissionais da Saúde e o que queremos é fazer valer nosso direito ao legítimo e regular exercício profissional que nossa capacitação nos permite, e que é devidamente reconhecido pelo poder público.”


“Em relação às práticas integrativas em saúde, queremos exercer nossas competências dentro da abordagem e dos fundamentos sobre os quais construímos nossos saberes e práticas laborais.”

“O texto do PL 6126/2013, não sendo claro ou consensual entre os profissionais da saúde, pressupõe, no mínimo, a continuação do debate a seu respeito, bem como a análise mais apurada dos impactos desta legislação na promoção da saúde, evitando assim a insegurança jurídica do exercício das demais profissões e os possíveis prejuízos ao Sistema Único de Saúde – SUS.”  
      
“Desta forma, nos colocamos em defesa da Saúde e de sua universalização, visando garantir o acesso da população à saúde integral, a liberdade de escolha quanto ao tipo de atendimento desejado, assim como o desenvolvimento da ação multiprofissional integrativa no sistema de saúde brasileiro.”

Muito obrigada!

Katia Regina Tapia Pereira
Produtora dos Florais Mãe Terra
Presidente da Associação dos Terapeutas Florais do Estado e São Paulo - SPFLOR
Diretora Social do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR
Diretora de Relações Institucionais da Sociedade Paulista Pró-Saúde – SPPS
Membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar em Defesa das Práticas Integrativas em Saúde.
(11) 99488 4420
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domingo, 13 de outubro de 2013

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO - PARTE 1

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR  
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013

PARTE 1


Antes de discutirmos “Excelência Profissional e Mercado de Trabalho”, gostaria de convidá-los a uma reflexão sobre as especificidades de nossa profissão, sobre aquilo que caracteriza a Terapia Floral e a diferencia. Isso porque entender a complexidade leva à excelência, e explorar a diversidade potencial permite criar mercado de trabalho e se estabelecer nele.
A chamada “crise dos paradigmas” coloca toda a estrutura deste mundo globalizado em cheque. Novas formas de orientação coletiva tem que ser encontradas.
Por um lado temos o desafio de mercados cada vez mais competitivos, tecnologias altamente desenvolvidas e o amplo acesso à informação. De outro lado, temos o surgimento de propostas que envolvem os conceitos de cooperativismo, diversidade, sustentabilidade e inclusão.
Neste contexto, vemos as terapias  integrativas, complementares e tradicionais ganharem cada vez mais espaço e, dentre elas, a Terapia Floral, a qual vem conquistando reconhecimento de seu potencial de contribuição efetiva na realidade sócio ambiental.
As Essências Florais, ou as Essências de Campos de Consciência, são extraídas da Natureza de forma sustentável, com o objetivo de fazer prevalecer o natural, o autêntico, o virtuoso, o bem. Elas transformam a vida, conferindo a possibilidade de novas escolhas, de novas chances de inclusão, de aceitação da diversidade e melhora real da qualidade de todas as formas de vida.
Somos milhares a prestar o serviço de Terapia Floral, mas com formação, concepções e abordagens bastante diferenciadas.


Sendo uma  prática terapêutica tradicional, a diversidade e a riqueza de expressão caracterizam  a Terapia Floral. Assim, vamos dos terapeutas autodidatas aos pós-graduados nas universidades; dos cursos livres aos reconhecidos pelo Ministério da Educação - ME; dos autocuidadores  aos que tratam comunidades ou ecossistemas inteiros; dos que só trabalham com Florais aos que associam a Terapia Floral a outras práticas; dos que apenas atendem em consultório, àqueles que buscam novas possibilidades no mercado de trabalho.
Nossa terapêutica é singular em muitos sentidos. De início, ela se baseia no uso de substâncias que contém o registro de padrões conscienciais de campos da Natureza. Isso significa que as Essências de Campos de Consciência, em si e por si, variam na medida da própria Natureza! Podendo ter por organismo provedor do campo consciencial flores, plantas, minerais, animais, ambientes, ecossistemas, corpos celestes, forças planetárias ou cósmicas, a intenção de indivíduos ou grupos, enfim, qualquer expoente natural detentor de tal  campo.
Da mesma forma, as abordagens dos produtores variam na perspectiva, na conceituação, na nomenclatura, na instância de atuação e até no método de produção e de registro dos padrões, sendo estas concepções multiplicadas através da capacitação de terapeutas em seus cursos.
Somos, portanto, profissionais que lidam com uma extensa rede de possibilidades, com grande responsabilidade ética por nossas escolhas.
Se partirmos do princípio que as Essências de Campos de Consciência detêm aspectos de uma Consciência Maior, que denominamos Natureza, e tendo esta Natureza abrangência universal, podemos entender por que as essências com as quais trabalhamos se prestam ao equilíbrio e ao bem de tudo o que é natural. Em tese, holograficamente, podem atuar sobre toda a Natureza, sobre tudo o que entendemos como Vida.
O resultado disso é o caráter multifacetado e extremamente amplo das Essências de Campos de Consciência e, por conseguinte, de nossa profissão. Continua...  

Leia também:

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO – PARTE 2

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR  
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013

PARTE 2


Se abordarmos a atuação das Essências Conscienciais de forma sistêmica, poderemos refletir mais profundamente sobre a abrangência de nossas possibilidades profissionais.
Por esta perspectiva, seja no micro ou no macrocosmo, o que temos são sistemas. Eles são totalidades integradas, cujas propriedades são consideradas a partir das relações estabelecidas no todo, e que podem ser concebidas em níveis diferentes de complexidade, gerando outras redes de relações que interconectam mais e mais sistemas, ad infinitum.
Assim, temos partículas formando átomos, que formam moléculas, que formam células, tecidos, órgãos, corpos, coletividades, ecossistemas, até o planeta, o sistema solar, a galáxia, o universo, o multiuniverso, a Unidade...
Entendemos que estes sistemas dentro de sistemas possuem campos conscienciais, cuja abrangência é delimitada de acordo com a instância considerada. Sendo assim, o sistema provedor do padrão de campo de uma essência pode ser o pólen, uma flor, toda a inflorescência, a árvore completa, a floresta, o ecossistema, a biosfera...
Fenômeno semelhante acontece na utilização das essências, que podem atender a qualquer organismo ou sistema natural e no nível que escolhemos trabalhar. Os padrões conscienciais dos campos das essências podem entrar em ressonância com os campos de todos os seres que também possuem campos, como pessoas, animais, plantas, minerais, coletividades, ambientes, ecossistemas, provendo cuidados em suas mais diferentes instâncias. Por exemplo, o cuidado pode ser oferecido à raiz de um dente, ao canal, ao dente todo, à boca, à cabeça, a um órgão ou ao organismo inteiro.


Sistemas dentro de sistemas, organismos dentro de organismos, campos dentro de campos.  Sempre em interconexão, influenciando uns aos outros, e apenas concebíveis a partir das relações estabelecidas no contexto.
Considerando-se um todo (um organismo), as essências podem tratar as suas instâncias física, emocional, mental, espiritual, social, ambiental, sempre a partir da interferência por ressonância em seus campos de consciência. Ou seja, sua ação se dá no nível da consciência, no âmbito sutil e manifesta-se na integralidade, visando à integração harmônica  do todo.
É importante para a nossa atuação profissional compreender que a circunscrição de uma instância definida não limita a ação benéfica que a essência possa exercer no organismo como um todo. Quantas vezes as essências são usadas na área da Educação no cuidado a um único aluno, e acabamos constatando mudanças em todo o grupo no qual ele está inserido!
O mesmo pode ser observado em sistemas maiores, como as corporações. A experiência nos mostra que se um setor específico de uma empresa é trabalhado, como sua diretoria ou os funcionários do setor de vendas, toda a firma receberá de alguma forma os benefícios. Por isso, os terapeutas florais que atuam no âmbito empresarial costumam  associar os atendimentos personalizados com o tratamento de todo o ambiente de trabalho, obviamente com o aval da coletividade.
Isso porque as Essências de Campos de Consciência têm o potencial de expansão, de influenciar outros campos com os quais encontrem ressonância, multiplicando os benefícios de sua ação. Se na agricultura o solo do plantio é tratado com padrões  específicos, as plantas ali cultivadas tendem a desenvolver a qualidade almejada. Por sua vez, elas levarão em seus próprios campos esta característica, possibilitando ao seu consumidor final absorver o mesmo padrão. Continua...

Leia também:

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO – PARTE 3

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013

PARTE 3


A ampla diversificação de uso que as essências conscienciais permitem, bem como o seu potencial de levar bem-estar e transformação positiva, começam a ser reconhecidos a partir da experimentação e comprovação.
O tradicional tratamento de ambientes ganha cada vez mais adeptos. Em spas e salões de beleza essências são aspergidas visando manifestar a autoestima; comerciantes apostam nas essências com padrões conscienciais consonantes com progresso e prosperidade; escritórios, nos florais que controlam o estresse; indústrias, nos que aguçam a atenção; escolas, nos que facilitam o aprendizado.
Vemos a indicação e o uso prático das essências serem incorporados pelas mais diferentes áreas como facilitadores de qualidades específicas. Mesmo este tipo de ação não sendo considerada, a rigor, como “terapia floral”, ele é muitas vezes orientado por um terapeuta floral, que nesses casos deve estar muito atento às questões éticas que esta prática envolve.
Profissionais de outras atividades buscam capacitação em Terapia Floral, a fim de usar seus recursos de forma complementar e como diferencial nos serviços que oferecem. Um exemplo seria o oferecido pela “Typoo – Atelier Escola de Maquiagem”, dedicada à formação de profissionais em estética e beleza, a qual desenvolve um projeto que visa capacitar no uso das Essências Florais os mais variados profissionais da área, habilitando-os para o atendimento personalizado aos clientes de seus estabelecimentos.
Na pesquisa, elaboração e confecção de produtos temos desde químicos, farmacêuticos, engenheiros de alimentos até cozinheiros ou artesãos, todos buscando se inteirar sobre as possibilidades de emprego destas essências em suas fórmulas e produtos.  Muitos também fazem uso efetivo dos florais em suas atividades, tais como educadores, psicopedagogos, treinadores esportivos, assistentes sociais, profissionais de recursos humanos ou jardinagem.


São do conhecimento geral os benefícios que tais essências trazem para a saúde dos seres vivos, seja na sua conquista, manutenção ou prevenção de distúrbios. Cada vez mais vemos profissionais da área de saúde como médicos, veterinários, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, pesquisando sua atuação, muitas vezes assessorados por um terapeuta floral que faz as indicações.
Enfermeiros, cirurgiões dentistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais já utilizam os florais com o aval de seus conselhos federais, desde que devidamente capacitados. Outros profissionais são habilitados durante sua própria formação, como os naturólogos e os naturopatas. Existem mesmo aqueles que complementam sua formação terapêutica com cursos de florais, como acontece com outros profissionais das terapias integrativas, complementares e tradicionais.
Contudo, se até há pouco tempo eram os profissionais de outras formações que buscavam as potencialidades destas essências e da sua terapêutica, hoje vemos o crescente  interesse dos terapeutas florais em atuar em áreas diferentes do usual atendimento em consultório, levando o benefício dos florais a um mercado não tão novo, mas que está em uma fase de abertura bastante favorável.
Acompanhamos o crescente desenvolvimento da “consultoria em Terapia Floral”, serviço que requer primeiro a conquista da expertise, do pleno domínio sobre a própria atividade e, depois, pesquisa aprofundada nas especificidades próprias à área na qual se quer atuar. Muitas vezes se fazendo necessário considerar novas habilitações profissionais e certo investimento financeiro.
Outro exemplo interessante é o dos terapeutas florais que se capacitam em coaching, para levar tratamento ou treinamento a empresas e profissionais que buscam sucesso e desenvolvimento de potenciais. Continua...

Leia também:

EXCELÊNCIA PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO – PARTE 4

Palestra ministrada por Katia Regina Tapia Pereira, presidente da SPFLOR
I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo
8 e 9 de junho de 2013


PARTE 4

Atualmente podemos dizer que a Terapia Floral brasileira tem seus alicerces muito bem estabelecidos, que alcançou a possibilidade de prover a expertise e fomentar a excelência de seus profissionais. Contudo, muito ainda pode e deve ser feito. A produção de saber pertinente às Essências e à Terapia Floral precisa ser incentivada, a pesquisa deve ser permanente e seus resultados divulgados, levando informação e conscientização à sociedade e ao poder público.
A maturidade trouxe para a Terapia Floral o Conselho Nacional de Autorregulamentação - CONAFLOR, órgão representativo do qual participam todas as associações estaduais existentes. Seu objetivo é  possibilitar a conquista e a manutenção de reconhecimento, os parâmetros e a autorregulamentação da profissão. Desde 2010 seus membros são regidos por um Código de Ética, que determina e especifica as regras e valores a que devem se submeter.
No que tange ao poder público, a Terapia Floral ainda não se encontra regulamentada. Contudo, a recomendação de Essências Florais é reconhecida como ocupação pela Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, sob o código 3221-25. Igualmente,  em 2006 a Comissão Nacional de Classificação – CONCLA, órgão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão,  publicou uma nova Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (instrumento nacional de padronização dos códigos das várias atividades econômicas, bem como dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da administração tributária do país), na qual o “Serviço de Terapia Floral” foi listado sob o código 8690-9/01.


Com o reconhecimento oficial da Terapia Floral como serviço, adquirimos a possibilidade de legalização de nossos consultórios, de pagamento de impostos, de possuir carteira de trabalho e contribuir para a previdência social. Com a CNAE, e nosso devido cadastramento nas  prefeituras do país,  podemos identificar nossos consultórios e darmos recibo aos nossos clientes, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Lógico que tudo isso “em tese”!
Direitos, além de conquistados, precisam ser exercidos! Cabe ao Terapeuta Floral fazer valer o que lhe é de direito e garantir que os avanços continuem. Para tanto, deve participar ativamente da construção da sua profissão, da excelência edificada sobre habilitação adequada, capacitação continuada, experiência, profissionalismo e ética!
Décadas de existência e de atividade associativa conquistaram o reconhecimento da Terapia Floral pelos poderes constituídos. Porém, os códigos classificatórios que conferiram à nossa profissão, apesar de importantes, asseguram apenas a nossa identificação. Nossa identidade, porém, assim como nossa credibilidade, legitimidade e força política, têm que ser conquistadas e preservadas em um movimento constante, conjunto e consciente.
Nossa integração, nossa ação conjunta e sinérgica potencializam a força que só a unidade pode gerar! Por isso buscamos a união: para multiplicar as possibilidades individuais em prol da Terapia Floral, dos benefícios que as Essências Florais podem trazer para o Todo e, em particular, para a casa que nos acolhe, a Mãe Terra!
É por esta razão que a SPFLOR foi fundada e caminha “agregando intenções e congregando esforços pela Terapia Floral”.
Unidade! Esta é a bandeira da SPFLOR!
Muito obrigada!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

MANUTENÇÃO DOS VETOS


Dia 20 de agosto de 2013 será o dia da avaliação dos vetos presidenciais à Lei do Ato Médico. Neste dia caberá aos deputados e senadores, em ação conjunta no Congresso Nacional, aceitarem ou derrubarem os vetos da Presidente Dilma Rousseff à referida lei.

Em reunião no Palácio do Planalto no dia 13, a Presidente alertou aos líderes da base aliada no Senado que se houver a derrubada, o governo recorrerá ao Supremo Tribunal Federal.


Os vetos foram feitos a partir de ampla análise jurídica, com base na Constituição e depois de serem ouvidos tanto os médicos como todas as entidades representativas dos 4 milhões de profissionais que se sentem prejudicados pela Lei do Ato Médico.
Desde junho, assistimos à união das categorias da área da Saúde, seja engrossando fileiras em entidades já existentes ou criando novas, como é o caso da Frente dos Conselhos das Profissões da área da Saúde - FCPAS, da qual o CONAFLOR faz parte e tem atuado ativamente.


Governo e lideranças profissionais esforçam-se no trabalho de conscientização dos parlamentares, a fim de garantir uma análise que leve em conta o bem da população através da garantia à Saúde, já que a consequência da derrubada dos vetos levaria a um caos sem precedentes, inviabilizando o Sistema Único de Saúde e sobrecarregando os planos particulares.
A judicialização seria inevitável, devido à inconstitucionalidade da Lei do Ato Médico, assim como ao prejuízo a outras profissões e ao interesse público.


Faça a sua parte:   manifeste-se, envie e-mails aos parlamentares, vá para Brasília no dia 20/08/13 (#‎VemParaBrasíliaVem), procure sua associação de terapeutas florais e se você é de São Paulo, entre em contato com a SPFLOR e participe da III Audiência Pública a favor da manutenção dos vetos que acontecerá no dia 15/08/13, às 19h00, na Câmara Municipal .(https://www.facebook.com/events/503394166408081/)!
A Saúde agradece!
Katia Regina Tapia Pereira 
Presidente da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR
Diretora Social e de Divulgação do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR
Produtora dos Florais Mãe Terra – Sistema de Essências de Campos de Consciência
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

SAÚDE + 10


No dia 05 de agosto de 2013 o Fórum das Entidades dos Trabalhadores da Área da Saúde – FENTAS e a Frente dos Conselhos das Profissões da Área da Saúde – FCPAS, da qual o CONAFLOR faz parte, estiveram presentes no Ato de Entrega das Assinaturas do Movimento Saúde + 10.


1.896.592 assinaturas em prol de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegura o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública.
Um exemplo de união, organização e força! 


O CONAFLOR, a SPFLOR, a APANAT e a ABRANA também marcaram presença, conversando com  participantes do ato, com parlamentares e suas assessorias, levando conscientização sobre a Lei do Ato Médico e a necessidade da manutenção dos vetos presidenciais a esta lei.

Todos juntos pela Saúde!

Parabéns às entidades e à população brasileira por mais esta conquista pela Saúde!

Katia Regina Tapia Pereira 
Presidente da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR
Diretora Social e de Divulgação do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR
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sábado, 3 de agosto de 2013

“AGREGANDO INTENÇÕES E CONGREGANDO ESFORÇOS PELA SAÚDE”


  Agosto começa em São Paulo sob a égide da união.
“Agregando intenções e congregando esforços pela Terapia Floral”, o lema da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR, que desde a sanção da Lei do Ato Médico foi ampliado para:
“AGREGANDO INTENÇÕES E CONGREGANDO ESFORÇOS PELA SAÚDE” ,      

foi honrado neste 1º de agosto, quando a SPFLOR pode abraçar novos parceiros que se uniram no intuito de garantia da saúde e bem-estar da população paulista e brasileira.


Lideranças paulistas das profissões da área da saúde (regulamentadas e em regulamentação) e das práticas e terapias integrativas e complementares reuniram-se em busca de alinhamento e integração, a fim de unificar os movimentos nacionais pela saúde.
Para nós, da SPFLOR, este encontro foi extremamente gratificante, pois, pudemos fazer uma ponte de ligação entre este grupo de nosso Estado e a Frente dos Conselhos das Profissões da Área da Saúde - FCPAS, da qual o Conselho de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR, faz parte.


Isto só vem reforçar o movimento pela Saúde, principalmente neste momento em que o apoio parlamentar é vital para que consigamos manter os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, o que nos colocou em campanha junto a todos os “representantes do povo” no governo para que se conscientizem das consequências da referida lei sobre a Saúde e possam votar de forma justa.
Em uma primeira ação conjunta, fomos recebidos (1º/08) pelo Deputado Federal Ivan Valente e sua assessoria. O deputado nos deu o seu apoio, unindo forças pela garantia do acesso integral e universal à saúde pública de qualidade, pautada no trabalho multiprofissional e com autonomia para todos os profissionais.


Ontem, 2 de agosto, as vozes paulistas se ergueram, novamente, em prol da Saúde em Audiência Pública na Câmara Municipal de São Paulo para discutir a necessidade da manutenção dos vetos, e transmitidas pela televisão e internet, puderam chegar bem mais longe.
A SPFLOR, o CONAFLOR, a FCPAS, o Fórum das Entidades dos Trabalhadores da Área da Saúde – FENTAS, o povo do movimento paulista pela Saúde conclamam  todos os profissionais que cuidam da Saúde, os usuários do SUS, os manifestantes que foram às ruas, pacificamente, pedir os vetos e depois, sua manutenção, enfim, todos os brasileiros que, com certeza serão prejudicados pela Lei do Ato Médico, a participarem da manifestação que acontecerá em Brasília no dia 6 de agosto de 2013 (Concentração: Biblioteca Nacional, 8h00)
 “AGREGANDO INTENÇÕES E CONGREGANDO ESFORÇOS PELA SAÚDE!”    


Muito obrigada!

Agradecimento especial ao fotógrafo Saulo Caetano que permitiu a publicação de suas fotos neste blog.

Katia Regina Tapia Pereira 
Presidente da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR
Diretora Social e de Divulgação do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR
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terça-feira, 30 de julho de 2013

TODOS PELA SAÚDE !



Caríssimos(as) !

Acabo de retornar de Brasília, onde participei de reuniões com a Frente dos Conselhos das Profissões da Saúde, FCPAS, visando ação conjunta e uniforme para conseguir a manutenção dos vetos da Presidência à Lei nº 12.842, de 10 de julho de 2013, conhecida como Lei do Ato Médico e que dispõe sobre o exercício da Medicina no Brasil. Também tive oportunidade de participar de reuniões com a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos do Conselho Nacional de Saúde, CIRH/CNS, no Ministério de Saúde.

Esta frente de profissionais formou-se com base no interesse comum por uma Saúde integral, equânime, universal e multiprofissional, de acesso garantido à população e cuja manutenção seja assegurada dentro do Sistema Único de Saúde, SUS.

Assim, construiu-se uma aliança nacional unindo as profissões da Saúde (já regulamentadas ou em regulamentação, bem como as autorregulamentadas, todas representadas pelas suas entidades de classe tais como conselhos, confederações, federações e associações); a Frente Popular (sociedade civil e estudantes) e usuários do SUS. 

Deliberou-se por um movimento unificado nacional pela Saúde e pela manutenção dos vetos à Lei do Ato Médico. A coordenação geral deste movimento ficou a cargo do Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da Área da Saúde, FENTAS, na pessoa de Eurídice Ferreira de Almeida.

Durante as reuniões que vêm acontecendo desde junho, alguns representantes das práticas e terapias integrativas manifestaram-se em defesa dos interesses desta vertente da saúde que cada vez mais vem conquistando espaços no cenário nacional. 

Nesta última e decisiva rodada de reuniões havia lideranças da Terapia Floral, da Naturologia e da Frente Popular, que já nos representara anteriormente.



No dia 23 de julho, estive presente à reunião dos profissionais da saúde com a CIRH/CNS, representando o Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral, o CONAFLOR, e tive a oportunidade de colocar que a saúde é muito maior do que as 14 profissões regulamentadas, chamando atenção para o fato da ausência das demais práticas e terapias integrativas e complementares e propondo o engajamento destes profissionais e seus estudantes neste movimento pela Saúde. 

Em conversa com a coordenadora do FENTAS, expus a possibilidade de convocatória deste setor integrativo e complementar, me comprometendo a buscar as lideranças em São Paulo com o intuito de informá-las sobre o estado atual da luta pela manutenção dos vetos e da necessidade de uma ação uniforme em âmbito nacional. 

Posto isso, encarecidamente peço a ajuda de vocês para chegarmos às lideranças das inúmeras práticas e terapias integrativas, complementares, holísticas, alternativas, tradicionais, enfim, a todas que trabalham pela saúde e em prol do bem-estar e qualidade de vida. 

Ações conjuntas e comunicação uniforme foram definidas, consensualmente, nestas últimas reuniões e as estratégias já estão em prática. 

Se quisermos nos engajar neste movimento pela Saúde e pela manutenção dos vetos à Lei do Ato Médico, temos que nos unir e organizar imediatamente. 

O corporativismo médico, muito bem financiado e extremamente organizado, está atuando pesadamente pela derrubada dos vetos parciais. 

Importante: 

Participem da Marcha pela Saúde do dia 31 de julho de 2013, das 18h às 21h, no vão do MASP (Av. Paulista, São Paulo) 

Fiquem atentos(as)! Em breve divulgaremos o cronograma das atividades do movimento neste blog. 

Muitíssimo obrigada!

Katia Regina Tapia Pereira

Presidente da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR
Diretora Social e de Divulgação do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR
Produtora dos Florais Mãe Terra – Sistema de Essências de Campos de Consciência
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

UNIÃO PELA SAÚDE


No dia 22 de julho de 2013, representantes das mais variadas vertentes da área da  saúde estiveram reunidos na Federação dos Enfermeiros, em Brasília, a fim de expressarem suas preocupações com relação à saúde pública e os destinos do 
Sistema Único de Saúde, SUS.


No decorrer das colocações percebeu-se que todos almejavam um objetivo comum - o  acesso da população a uma saúde digna que compartilhavam a forma de alcançar esse intuito: 
a ação multiprofissional.

Concluiu-se pela congregação de esforços em prol da Saúde.


A Terapia Floral e a Naturologia estavam presentes, 
fazendo parte deste momento memorável de união em defesa da Saúde e do bem-estar da população brasileira.

Parabéns a todos!


sábado, 27 de julho de 2013

VISITA AO GABINETE DO DEPUTADO FEDERAL GIOVANI CHERINI


No dia 23/07/13, Katia Pereira da Associação dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo - SPFLOR, Flavia Placeres da Associação Paulista de Naturologia - APANAT e Neila Lopes da Associação Brasileira de Naturologia - ABRANA estiveram na Câmara dos Deputados e foram cordialmente recebidas por Adriane Cerini, Chefe de Gabinete do Deputado Federal Giovani Cherini, que recebeu as felicitações das entidades pela vitória da instalação da Frente Parlamentar em Defesa das Terapias Integrativas na Saúde.

Na ocasião, a presidente da SPFLOR, representando a Sra. Rogéria Comim, Presidente do Conselho Nacional de Autorregulamentação da Terapia Floral - CONAFLOR, entregou documento endereçado ao deputado,  reconhecendo e parabenizando sua atuação em defesa dos profissionais das terapêuticas integrativas e pedindo sua ajuda para agilizar a inserção da Terapia Floral, nominalmente, nas Práticas Integrativas e Complementares, assim como no Sistema Único de Saúde - SUS. 


Também foi entregue a “Carta do I Simpósio dos Terapeutas Florais do Estado de São Paulo”, documento nascido dos anseios de representantes da Terapia Floral de todo o Brasil que em julho de 2013, traçaram novas perspectivas para a categoria, dentre elas, a “campanha pela inclusão efetiva da Terapia Floral no SUS”,  justificada pelo seguinte texto:

“Posto que o Serviço de Terapia Floral seja formalmente uma Prática Integrativa e Complementar em Saúde Humana (reconhecida pelo Ministério do Planejamento, em sua CNAE - CONCLA), já se encontrando efetivamente presente na atuação multiprofissional proposta pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – PNPIC, seja com a participação do terapeuta floral ou do profissional especialista em Terapia Floral, torna-se premente sua inserção nominal na citada Política Nacional, bem como a sua urgente inclusão no Sistema Único de Saúde - SUS, possibilitando sua atuação junto aos órgãos da saúde pública, em conformidade com as diretrizes do Ministério da Saúde e da própria Organização Mundial da Saúde.”


APANAT e SPFLOR, duas jovens associações, têm se apoiado mutuamente na conquista de novos espaços no cenário da saúde paulista e atuado conjuntamente com a ABRANA e o CONAFLOR em prol dos interesses de classe, trabalhando por uma saúde integrativa e digna para todos os brasileiros.